Huambo: Caixa Social das FAA assiste mais de seis mil pensionistas

Huambo: Delegado da Caixa Social das FAA, Alberto Duema Francisco (Foto: EDILSON DOMINGOS)

Seis mil e 241 pensionistas, entre os quais reformados, viúvas e órfãos de ex-militares, são assistidos regularmente pela Delegação da Caixa Social das Forças Armadas Angolanas (FAA) na província do Huambo.

A informação foi avançada quinta-feira, à Angop, pelo delegado da instituição no Huambo, brigadeiro Alberto Duema Francisco, que disse ser normal a situação actual dos pensionistas, que para além de subsídios mensais, têm direito a assistência medicamentosa, no Hospital Militar Regional.

Disse apoiarem também os assistidos, em caso de morte, com uma urna e um subsídio de funeral, bem como o envio, sempre que solicitado, de declarações para concessão de créditos bancários.

Informou, no entanto, que neste momento, possuem mais de 100 processo de reclamações, essencialmente, de viúvas e órfãos de militares, que aguardam para usufruiu do direito de pensionista da Caixa Social das Forças Armadas Angolanas.

O brigadeiro aclarou que para se ter acesso à pensão é necessário que o militar ou parente remeta um ofício emitido pela Direcção Principal de Quadros com toda a documentação exigida e, posteriormente, ser cadastrado para poder ser assistidos mediante a autorização do Estado Maior General das Forças Armadas Angolanas e do Ministério da Defesa.

“No Huambo não se efectua o enquadramento dos pensionistas, para usufruírem das pensões, mas sim toda documentação vem da Direcção Principal de Quadros, em Luanda, e localmente faz-se apenas o assentamento para actualização de residência”.

Por isso, lamentou o facto de não poder responder com maior urgência as preocupares das pessoas que diariamente afluem a instituição para reclamarem os seus direitos, mas augura que a situação seja melhorada nos próximos tempos.

Quanto a questão da prova de vida, o delegado da Caixa Social das FAA no Huambo, brigadeiro Alberto Duema Francisco, informou que está dependente da direcção principal,

Esta prova de vida, diferentes das demais devido a tecnologia que está a ser usada, requer impressão digital e a captação de imagem e outras situações que o pensionista terá que responder na altura do processo, esclareceu.

Assim, apelou os pensionistas para aguardarem na província, já que serão comunicados, através dos meios de comunicação social, a altura de efectuarem o registo, evitando, assim que se desloquem à capital do país, para o efeito.

Entretanto, enfatizou que nos últimos quatro meses, a Caixa Social das Forças Armadas no Huambo registou a redução de 480 pensionistas, dos 6.721 que eram assistidos, tendo sido encaminhados para a província de Cuanza Sul de onde eram provenientes, por falta de infraestrutura na altura. (Angop)

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