Cuando Cubango: Destacado papel da mulher jornalista na luta pela equidade do género

Cuando Cubango: Pedro Camelo - vice-governador provincial (Foto: Armando Morais)

O vice-governador do Cuando Cubango para o sector Político e Social, Pedro Camelo, destacou nesta terça-feira, em Menongue, o papel das mulheres jornalistas na defesa dos direitos humanos e igualdade do género.

Ao discursar no encerramento da conferência provincial sobre Paz, Democracia e Direitos Humanos, promovida pelo Fórum de Mulheres Jornalistas e Igualdade do Género (FMJIG), Pedro Camelo realçou que a nível da provincial o fórum tem estado a promover um conjunto de acções viradas, essencialmente, na igualdade do género.

Reconheceu que o fórum provincial de jornalistas tem trabalhado não só no seio da mulher jornalista, mas também de todas as mulheres dos mais variados sectores.

Segundo o responsável, nas suas mais diversas vertentes, a mulher tem assumido um papel de destaque num conjunto de acções que contribuem grandemente para a existência de uma sociedade cada vez mais activa, proactiva, baseada na igualdade do género e que defende a sua existência.

“Enaltecer o empenho das mulheres jornalistas ao nível da província e enaltecer sobretudo as pessoas que têm estado a dar o melhor de si, para que o fórum consiga, diariamente, progressos assinaláveis e contribua na informação e formação da mulher”, realçou.

Advogou a necessidade de todos actores sociais primarem sempre pelo respeito dos direitos e liberdades fundamentais consagrados na Constituição.

Sublinhou a importância da valorização de todo ser humano, independentemente de ser homem ou mulher, criança ou velho, uma vez que todos estão na mesma condição e sempre na perspectiva de que a promoção e igualdade do género passa, necessariamente, por valorizar as famílias para a construção de sociedades sãs.

Sobre os temas conferenciados, resumiu que a Paz é um factor determinante que propicia o desenvolvimento, já a Democracia é um instrumento que permite a todos o exercício dos seus direitos, com destaque para o voto, bem como a liberdade de participar na vida do país com opiniões e diferentes pontos de vista.

A conferência, que se enquadra no âmbito do Dia Mundial dos Direitos Humanos, a assinalar-se a 10 de Dezembro, foi co-organizada pelas associações Mãos Livres, AJPD, bem como a Plataforma de Mulheres em Acção. (Angop)

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