Construção da democracia necessita da participação de todos – Adão de Almeida

Adão de Almeida - secretário de Estado para os Assuntos Institucionais (Foto: Pedro Parente)

O secretário de Estado para os Assuntos Institucionais do Ministério da Administração do Território, Adão de Almeida, disse sábado, no município do Cazenga, em Luanda, que a construção da democracia necessita da participação de todos para ser mais forte.

Adão de Almeida teceu tais pronunciamentos à imprensa durante a realização da campanha massiva de registo eleitoral, denominada “ Cazenga Presente”, uma iniciativa do MAT que visa a inclusão social e o registo eleitoral de todos os cidadãos.

O responsável disse ser necessário continuar a fazer fluir a palavra para mobilizar as pessoas a aderir aos postos, pois é uma responsabilidade de todos.

Disse notar, nesta campanha, uma grande vontade de os cidadãos fazerem o registo e actualização dos cartões.

Esclareceu que muitos jovens ainda não fizeram o registo, daí a necessidade de a mensagem continuar a ser transmitida.

Para o secretário de Estado, um dos objectivos da campanha massiva é fazer chegar os brigadistas junto das pessoas com dificuldades físicas de locomoção para que tenham acesso ao registo eleitoral.

Explicou que em termos globais, ao nível nacional, mais de quatro milhões e 100 mil cidadãos já actualizaram os dados eleitorais desde o inicio da campanha, no dia 28 de Outubro.

Reiterou que a emissão de cartões, quer para os novos registos, quer para segundas vias, o número tem vindo a crescer.

“A nossa prioridade será a de aumentar os postos de emissão de cartões eleitorais nos próximos dias, de acordo com a previsão existente”, disse.

No seu entender, a avaliação da campanha massiva experimental, no Cazenga, é positiva, pois as pessoas continuam a colaborar e a registar-se, daí a iniciativa continuar em outras localidades para aproximar o registo eleitoral às pessoas, através da sensibilização.

Apelou a adesão ao processo para que cada um se sinta um agente da democracia neste processo nacional que une os angolanos e os torna mais fortes. (Angop)

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