Bataclan voltou a abrir portas à música

Reabertura do Bataclan. (REUTERS/Universal Music France via Reuters)

Sting subiu ao palco nas vésperas do primeiro aniversário dos atentados de Paris, para marcar a reabertura da mítica casa de espetáculos da capital francesa.

O Bataclan reabriu este sábado, na véspera do primeiro aniversário dos atentados de Paris, com um concerto do cantor britânico Sting, e o programa desta cada de espetáculos inclui, em janeiro, um concerto da banda portuguesa Resistência.

Tim, Fernando Cunha, Miguel Ângelo, Olavo Bilac, Fernando Júdice, Pedro Jóia, Mário Delgado, Alexandre Frazão e José Salgueiro são os Resistência que vão tocar em Paris, disse à agência Lusa um dos músicos.

A banda portuguesa vai atuar no dia 29 de janeiro, no âmbito das celebrações dos 25 anos da associação de jovens lusodescendentes Cap Magellan, como disse à Lusa uma das suas dirigentes.

Quando soubemos que a sala ia reabrir em finais de 2016, fizemos o necessário para [o concerto] ser no Bataclan. Um grupo que se chama Resistência dar um concerto no Bataclan, com toda a história recente e o simbolismo da sala, pareceu-nos uma escolha natural”, disse Luciana Gouveia, delegada-geral da associação.

O concerto encerra o programa da comemoração dos 25 anos da associação, que vai ser constituído por várias atividades, sob o tema dos “Estados Gerais da Lusodescendência”, que se iniciam no dia 28.

O projeto Resistência surgiu no início da década de 1990, reunindo vários músicos, provenientes de diversas bandas, com um repertório assente em novos arranjos musicais de canções existentes. (Tvi24)

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