Angola irá brevemente apresentar indicadores positivos – Camilo Ceita

Camilo Ceita - Director do Instituto Nacional de Estatística (Foto: Gaspar Santos)

Angola está a trabalhar no sentido de, brevemente, tornar público novos indicadores que irão mudar a imagem do país no concernente a mortalidade infantil e materno infantil, informou nesta segunda-feira, em Luanda, o director do Instituto Nacional de Estatística, Camilo Ceita.

Em declarações à imprensa no âmbito do Fórum Nacional com as Organizações da Sociedade Civil, realizado sob a égide do Ministério da Justiça e Direitos Humanos, o responsável disse, sem anunciar números, que os indicadores são bons.

Camilo Ceita informou que “há dois indicadores que tem colocado o país numa posição muito má, que dizem respeito à mortalidade infantil e a mortalidade materno infantil, os quais irão mudar graças ao trabalho levado a cabo pelo Executivo”.

Referiu que Angola tem feito investimentos nos sectores económico, social e cultural e os mesmos se traduzem em números positivos, sendo que muitos deles estão plasmados no Censo da População e Habitação, realizado em 2014.

Salientou que não basta afirmar que não existe saúde, educação ou o país se debate com a falta de infra-estruturas, mas é necessário que os cidadãos tenham em conta os diversos indicadores que são constantemente tornados públicos.

Salientou que na defesa dos relatórios de direitos humanos que Angola tem feito em Genebra, periodicamente, se tem abordado basicamente indicadores económicos, sociais e culturais, dai que obviamente o Instituto Nacional de Estatística é a instituição mais adequada para fornecer estes indicadores, tendo em conta as outros organismos quer do Executivo como da sociedade civil.

O Fórum Nacional com as Organizações da Sociedade Civil visa cumprir as recomendações dos vários tratados ratificados pelo Estado angolano, que defende a integração da sociedade civil como parte integrante no processo de consolidação do Estado democrático e de direito.

Estabelecer parcerias sólidas entre o Ministério da Justiça e dos Direitos Humanos e as organizações da sociedade civil, garantir uma maior promoção e protecção dos direitos humanos a nível da sociedade civil e promovera educação em direitos humanos no país, são outros objectivos preconizados. (Angop)

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