8 dicas sobre o que fazer com o 13º mês

Janísio C. Salomão (Janísio C. Salomão)

Chegou o mês de Novembro, para muitos é uma alegria pois é considerado o mês em que se tem maior disponibilidade financeira devido ao recebimento do décimo terceiro mês (13º).

O 13º mês é conhecido como um benefício do trabalhador ou funcionário, para além dos salários correntes ou normais. É uma gratificação de Natal, amplamente conhecido como décimo terceiro mês. É normalmente instituído por legislação na maioria dos países, sendo este ónus da responsabilidade da entidade patronal. É variável de acordo a realidade de cada país é, geralmente aproximado a um salário real e pode ser pago em uma ou várias prestações.

Os postulados económicos salientam que, “quanto maior for o rendimento do individuo maior é o consumo ou a probabilidade do mesmo gastar em bens considerados supérfluos“. Aqui supérfluos se pode depreender por bens de pouca importância comparativamente aos considerados bens essenciais, embora é um conceito muito discutível dependente do leque de prioridades e extrato de vida de cada individuo.

É também no mês de Novembro em que verificamos o aumento do consumo em diversos países devido as promoções, publicidade enganosas com vista a atrair o consumidor. Daí a razão de escrevemos estas pequenas linhas para refletirmos sobre a temática: O que fazer com o 13º mês.

 

Dicas sobre o que fazer com o 13º mês.

 

  1. Observar o histórico do nosso consumo e ver quais são as dívidas pendentes ou por liquidar, no cartão de crédito ou com um determinador vendedor ou fornecedor;
  2. Comece por liquidar as dívidas mais antigas antes de planificar novas despesas ou gastos com o rendimento do 13º mês;
  3. Procure não contrair novas dívidas, aproveite o 13º mês para obter um equilíbrio financeiro. Ex: As receitas ou rendimentos = despesas/gastos;
  4. Procure não gastar mais do que os rendimentos ou receitas que você possui ou venha a receber;
  5. Caso haja um excedente em função do décimo terceiro mês, programe aquelas férias que você não conseguiu tirar durante todo o ano, ou procure gastar um pouco consigo próprio. Muitas das vezes trabalhamos o ano todo e acabamos por não gastar ou comprar nada para nós;
  6. Procure reservar ou poupar uma pequena quantia para despesas emergentes que eventualmente possam surgir, para muitos o mês de Janeiro é considerado como “mês de fome“, embora discorde pois a azafama da quadra festiva acaba por levar todo o nosso rendimento quando mal gerido;
  7. Lembre -se que as festas natalícias existem desde a muitos anos e que não deve ser motivo para torrar os nossos recursos ou rendimentos, seja mais cuidadoso e criterioso na altura das compras.
  8. Aproveite para comprar as prendas do natal ou reforçar a despensa com os bens considerados como essenciais.

por Janísio C. Salomão [1]

[1]Mestre em Administração de Empresas; Consultor Empresarial e Técnico Oficial de Contas.

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