Proposta do OGE para 2017 analisada pela equipa económica

Reunião das comissões Económica e para a Economia Real do Conselho de Ministros, orientada pelo Presidente da República, José Eduardo dos Santos (Foto: Francisco Miúdo)

A proposta do Orçamento Geral do Estado (OGE) de 2017, que se fundamenta na conjuntura macroeconómica internacional e nos seus reflexos sobre os diferentes sectores da economia nacional, foi analisada hoje, quarta-feira, em Luanda, durante a 3ª reunião extraordinária conjunta das comissões Económica e para a Economia Real do Conselho de Ministros.

Segundo o comunicado do encontro, orientado pelo Presidente da República, José Eduardo dos Santos, a proposta tem em linha de conta os objectivos estratégicos do Executivo, entre os quais a aceleração do processo de estabilização, dinamização e sustentação da economia nacional.

As comissões procederam a apreciação do relatório de execução semestral dos programas dirigidos nos sectores da Agricultura, das Pescas e da Indústria, que têm por objectivo a produção de ovos e frangos, carne, leite, madeira, sal, peixe, óleo e farinha de peixe, arroz, entre outros bens alimentares, no âmbito do processo da diversificação da economia.

As comissões apreciaram um documento sobre à divulgação das Contas Nacionais de Angola, que apresenta os resultados definitivos referentes aos períodos de 2009-2013 e preliminares de 2015, contendo informações sobre o Produto Interno Bruto (PIB) a preços correntes, de acordo com as metodologias internacionalmente vigentes.

A Comissão Económica do Conselho de Ministros tem como incumbência tratar da agenda macroeconómica do Executivo e assegurar a condução da gestão macroeconómica, em harmonia com os objectivos e as prioridades económicas do Programa de Governação do Presidente da República.

Já a Comissão para a Economia Real do Conselho de Ministros é o órgão técnico de apoio ao Titular do Poder Executivo na formulação, execução e condução da política de fomento do sector produtivo.

Assegura a gestão do fomento de produção e das empresas, de harmonia com os objectivos e as prioridades do sector produtivo, constantes do Programa de Governação do Presidente da República. (Angop)

SEM COMENTÁRIO

DEIXE UMA RESPOSTA