ONU reitera esforços para estabilidade na Região dos Grandes Lagos

Said Djinith, enviado especial do Secretário-Geral da ONU para os Grandes Lagos (Foto: Francisco Miúdo)

A Organização das Nações Unidas vai continuar a trabalhar para apoiar a estabilização da situação na Região dos Grandes Lagos (CIRGL), reiterou hoje, segunda-feira, em Luanda, o enviado especial desta instituição para a região, Said Djinith.

Said Djinith, que falava à imprensa no quadro da VII Reunião do Mecanismo de Supervisão do Quadro de Paz, Segurança e Cooperação para a RDC e a Região dos Grandes Lagos, defendeu a necessidade de os chefes de Estado reverem a estratégia e os compromissos assumidos no quadro regional e internacional, em prol da região.

O representante especial do secretário-geral da ONU ressaltou ainda o facto de, durante o evento, fazer-se uma abordagem de assuntos relacionados com as forças negativas na parte Leste da República Democrática do Congo (RDC), assim como a sua erradicação, no quadro dos Grandes Lagos.

Disse ainda que a agenda inclui a discussão de algumas situações que acontecem em certos países, a nível da Região dos Grandes Lagos, como no Sudão do Sul, Burundi, África do Sul, além da RDC.

“Espero que o encontro entre os Chefes de Estado seja franco para a solução da crise registada em alguns países dessa região”, augura o enviado da ONU.

Quanto às forças negativas na RDC, Said Dijinith disse que a situação ainda não está resolvida, visto que estas continuam em acção contra a população.

Por este facto, disse que os líderes devem discutir como erradicar estas forças negativas na parte Leste da República Democrática do Congo.

Na ocasião, enalteceu Angola, sob liderança do Presidente da República, José Eduardo dos Santos, pelo facto de acolher este evento, que reúne Chefes de Estado e de governo de alguns países membros.

“Estamos satisfeitos pela disponibilidade de Angola, sob liderança de José Eduardo dos Santos, por ter acolhido este evento. Isso demonstra uma clara afirmação do comprometimento do país em torno deste processo”, enalteceu o enviado da ONU. (Angop)

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