Huíla: Administrador do Lubango denuncia prostituição nos mercados paralelos

Vendedores no mercado paralelo do Mutundo (Foto: Morais Silva)

O administrador municipal do Lubango, Francisco Barros, denunciou hoje, nesta cidade, a existência e funcionamento de casas de prostituição e de venda de drogas nos mercados paralelos da sede capital da província da Huíla, situação que está a preocupar as autoridades locais.

A denúncia foi feita durante um encontro que manteve com os administradores dos mercados paralelos do Mutundo, Tchitundo e alguns que se encontram na periferia do Lubango, tendo dito que as mesmas funcionam de forma clandestina, mas que estão já identificadas.

Para além da prostituição, admitiu que as casas também vendem drogas, provocando o aumento da criminalidade nos próprios mercados e nos seus arredores, pelo que orientou os responsáveis dos mercados a fiscalizarem todas as acções praticadas, na perspectiva de combater este mal.

Disse que estas casas são orientadas por pessoas que contratam jovens com fraco poder financeiro para se prostituirem, mas isto fere os objectivos para os quais os mercados foram construídos, o de comercializar vários produtos, menos droga e sexo.

“Nós já denunciamos à polícia e a mesma esta a trabalhar na perspectiva de levar estes cidadãos para as barras da justiça, por estas práticas criminosas”, realçou.

O mercado do Mutundo foi construído de raís e funciona desde 2010, altura em que foi transferido o antigo do Tchioco, e comporta nove mil bancadas internas e mais de quatro mil externas e oferece aos utentes vários serviços, entre eles bancários. (Angop)

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