Huambo: Malária continua a causar vítimas humanas

Mosquitos portadores da malária (AFP)

Duzentas e 85 pessoas morreram, de Janeiro a Setembro deste ano, nas unidades sanitárias da província do Huambo, vítimas de malária, informou nesta terça-feira, à Angop, o supervisor provincial desta patologia, Clementino Sacanombo.

Das mortes, disse, 135 foram de crianças menores de cinco anos de idade, 116 dos 5 aos 14 anos e 34 adultos, referindo que a maioria das vítimas chegaram ao hospital em estado avançado da doença.

Explicou que os falecimentos resultaram de um total de 82 mil e 97 casos de malária registado durante o período em referência.

O supervisor fez saber, no entanto, que em relação ao igual período de 2015, a tendência dos casos de malária é de aumentar, já que nesta tinha sido registados menos 15 mortes e 30 mil casos desta patologia.

Apontou o incumprimento das regras sanitárias, tais como manter a higiene e evitar charcos de água ao arredor das residências, a relutância do uso de mosquiteiros impregnados, entre outros, como as principais causas da malária.

Por isso, apelou a população no sentido de se prevenir da picada do mosquito, através do uso correcto de redes mosquiteiras, repelentes, prometendo que serão intensificadas as campanhas de saneamento básico no seio das comunidades.

Disse que a população será sensibilizada a procurar os serviços de saúde logo nos primeiros sinais de qualquer patologia. (Angop)

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