Huambo: Kussumua eleito secretário provincial do MPLA

(Foto: Angop)

Os membros do MPLA na província do Huambo elegeram hoje, sexta-feira, nesta região, João Baptista Kussumua, ao cargo de 1º secretário provincial da organização partidária, em substituição de Kundi Paihama, por incompatibilidade de funções.

A eleição do novo dirigente, com 725 votos, correspondentes a 99,58 porcento do número de delegados (789), aconteceu durante a VI conferência provincial extraordinária, orientada pelo secretário-geral do MPLA, António Paulo Kassoma.

Na sua intervenção, João Baptista Kussumua enalteceu a vontade expressa pelos militantes que resultou na sua eleição, considerando ser uma responsabilidade que deve ser exercida com apoio de todos.

“Substituir Kundi Paihama no cargo de 1º secretário do MPLA, por sinal, um compatriota convicto, dirigente carismático e respeitado, representa para mim, não só uma honra, mas, sobretudo um desafio político em termos de desempenho e de missão partidária”, expressou.

Disse que a província do Huambo, situada na região centro sul de Angola, foi e contínua a ser de grandes feitos nacionais, de esperança e de expectativas sempre renovadas na dinâmica da reconstrução e do desenvolvimento, onde o MPLA deve continuar firme e coeso.

Lembrou que o MPLA é um partido com grande história, forte, unido e que tem definida as suas estratégias de orientação política, assentes em laços de identidade e de cumplicidade com o povo angolano, através de programas, estatutos e acções que procuram, de forma incessante, consensos e inclusão de interesses das mais várias aspirações dos militantes e da população em geral.

Sustentou que esses interesses visam, entre outros, defender à liberdade, preservar à soberania nacional e promover à cidadania colectiva, devendo os dirigentes e militantes ter a noção de que o MPLA é a força política do país que determina, em grande parte, a dinâmica do seu desenvolvimento económico, político e social.

Neste quadro, João Baptista Kussumua prometeu prestar uma atenção muito cuidada ao processo de consolidação do movimento de revitalização dos comités de acção, com inserção dos dados nos livros de registos de militantes do partido.

Assim, o envolvimento da OMA e da JMPLA na mobilização de mais mulheres e jovens foi considerando imprescindível para que o partido continue a crescer e esteja devidamente alinhado com as expectativas do povo angolano, tendo em conta a sua missão de abrangência nacional. (Angop)

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