Em tempo de crise, Angola tenta diversificar exportações

Plataforma Petrolífera em Angola (AFP)

Economistas consideram que grande parte das dificuldades que os produtores angolanos enfrentam no processo de exportação deve-se a falta de experiência para vender no mercado internacional.Para falar sobre o assunto, ouvimos o economista José Severino, o economista Lopes Paulo, o presidente da câmara de comércio Angola e Estados Unidos, Pedro Godinho, e o ministro das finanças, Fiel Constantino.

Angola é a 54º maior economia de exportação no mundo. Em 2014,
Angola exportou 54,6 Bilhões de dólares e importou 25,9 Bilhões,
resultando em um saldo comercial positivo de 28,7 Bilhões de dólares.

Nas exportações angolanas, o sector não-petrolífero é responsável
apenas por 2,6 por cento dos produtos nacionais, nomeadamente café,
madeira, pedras preciosas, peixe, crustáceos e ferro.

Até 2016, a meta das exportações era alargar para os ovos, carne e
banana. Os Emiratos Árabes Unidos e a Suíça são os principais mercados
que acolhem os produtos nacionais.

Um elemento importante para a sustentabilidade do processo de
desenvolvimento de Angola reside no seu relacionamento com o exterior
e na inserção competitiva da economia no contexto internacional.

Como parte deste sistema de comércio internacional, os produtos
produzidos em Angola por empresas do sector privado ou público, também
podem ser comercializados em outros países, tal como acontece com
realce para petróleo bruto e diamantes.

Para assegurar a implementação de um conjunto de políticas de apoio e
promoção das exportações, o governo angolano criou a Agência para
Promoção de Investimento e Exportações, como elo de ligação entre o
estado angolano, as empresas angolanas e o mercado internacional, como
objetivo da facilitação da comercialização de produtos angolanos no
exterior.

Recentemente, esta agencia promoveu em Luanda, a conferencia nacional
de exportações, que sustentou-se na bandeira da diversificação da
economia, na perspectiva da compreensão das exportações, criação de
emprego, combate à pobreza, incentivo à produção nacional e integração
regional. (Voa)

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