Defensora do impeachment chama Vladimir Putin de ‘imperialista’

(AFP 2016/ EVARISTO SA)

Na terça-feira, 25, Janaína Paschoal, advogada que defendeu o impeachment da ex-presidenta Dilma Rousseff, desabafou no Twitter ressaltando seu apoio à solução da crise política na Venezuela.

As declarações apareceram no dia em que a Assembleia Nacional (parlamento) aprovou o início do procedimento de impeachment em relação a Nicolás Maduro, presidente desse país.

Nas suas mensagens, Janaína acusou os ex-dirigentes brasileiros, Lula e Dilma: “Com o nosso dinheiro, sustentaram a ditadura venezuelana.”

“O Brasil tem o dever moral de ajudar a desmantelar essa ditadura”, continuou.

A advogada não deixou de comparar o eventual impedimento do presidente venezuelano com o impedimento consumado da presidente brasileira.

A ameaça russa

À noite, Janaína Paschoal mencionou a Rússia também. Lembrando dos planos de Moscou de instalar uma base militar na Venezuela, ela deixou claro que considera isso como uma ameaça, ressaltando que “uma posição firme do Brasil já não é só questão humanitária, mas de defesa”. A sequência de quatro tuítes é uma explicação que ela deu aos que a acusam de “desrespeito à soberania” venezuelana.

Só que não há informações oficiais sobre a base. Em comentário feito ontem à Sputnik Brasil, o especialista brasileiro Pedro Paulo Rezende afirma não possuir informações que a Venezuela esteja incluída no pacote de reativação das bases militares russas no Caribe, que inclui sim a reativação da base de Lourdes, em Cuba. (Sputnik)

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