CNE inicia trabalho de supervisão de registo eleitoral presencial

André Silva Neto - Presidente da CNE (Foto: Clemente dos Santos)

A Comissão Nacional Eleitoral (CNE) deu início, nesta segunda-feira, em Luanda, o seu trabalho de supervisão de registo eleitoral presencial.

O acto de abertura simbólico foi feita pelo presidente da referida instituição, André da Silva Neto, no posto de registo localizado junto a Rádio Nacional de Angola, e contou com a presença do ministro da Administração do Território, Bornito de Sousa, comissários nacionais , provinciais, entre outras entidades.

Em declarações à imprensa, logo aposta após a cerimónia, André da Silva Neto sublinhou que a CNE entra neste no processo l no âmbito do cumprimento da Lei nº8 /2015, do registo eleitoral , que atribuiu a competência a esta instituição para supervisionar este acto oficioso em todas vertentes.

Explicou que a CNE fez sair uma directiva que estabelece as formas par se efectuar o registo eleitoral, tendo explicado que cada equipa de supervisão terá quatro membros, quer a nível nacional, provincial como municipal, com objectivo de deslocarem-se às brigadas identificadas para verificar os procedimentos e constatar como está a desenvolver a actividade.

O trabalho, explicou, “ consiste na verificação, no terreno, se as tarefas estão a ser efectuados nos modos estabelecidos pelo Ministério da Administração do Território, se o cidadão que se dirigem até aos referidos postos recebem tratamento idêntico, bem como se verifica-se qualquer ilícito criminal no desempenho desta função”.

André da Silva Neto garantiu que a CNE está preparado com meio técnicos e humanos para realizar a actividade sem constrangimento.

Durante a manhã desta segunda-feira, a comitiva dirigiu-se ainda ao posto localizado na administração o Sambizanga e, no fina referiu-se a normalidade do processo uma vez que não foram verificadas situações anómalas que pudesse provocar embaraço na actividade dos brigadistas.

No entanto, referiu-se apenas a presença do MPLA e da CASA-CE , o que deixou-lhe bastante preocupado, faltando assim a Unita , FNLA e o PRS.

Por isso, apelou às estruturas superiores destes partidos para agilizarem a presença dos seus fiscais junto dos postos de registo eleitoral, no sentido de passarem informações necessárias para eventuais reclamações. (Angop)

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