Cimeira da CPLP: Abertura dos trabalhos

(DR)

A Aceleração dos Programas de Segurança Alimentar e Nutricional na Comunidade dos Países de Língua Oficial Portuguesa (CPLP) , o funcionamento do Instituto de Língua Portuguesa e a situação na Guiné-Bissau, centralizam as atenções dos líderes deste organismo internacional.

O Palácio do Itamaraty, em Brasília, acolhe desde o meio da tarde de hoje a XI Conferência de Chefes de Estado e de Governo da CPLP. Manuel Domingos Vicente, Vice-presidente de Angola, representa o Chefe de Estado, José Eduardo dos Santos, neste fórum que termina terça-feira.

O Brasil vai assumir a presidência da CPLP nesta Cimeira, que conta com a presença do futuro secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, e espera a designação da próxima secretária executiva, Maria do Carmo Silveira, indicada por São Tomé e Príncipe.

No debate político da XXI Reunião do Conselho de Ministros da CPLP, ocorrido antes, George Chicoti, responsável pela diplomacia angolana, sublinhou que Angola “reafirma o compromisso político de reforçar o mecanismo de comunicação, orientada para a aproximação da comunidade aos cidadãos e aprofundar a cooperação multilateral, trilateral e bilateral, visando o desenvolvimento sustentável, inclusivo e harmonioso”.

Pretende igualmente reforçar a promoção de políticas direccionadas à igualdade do género, assente na justiça social, no respeito dos direitos humanos e no interesse dos nossos povos.

“Estamos aqui para partilhar momentos de reflexão, sobre como poderemos melhor contribuir para o futuro da nossa organização”, disse Georges Chicoti, saudando, por outro lado, a iniciativa do Brasil, pelo tema proposto, que é “A CPLP e a Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável.

O ministro lembrou haver progressos alcançados pelos Estados-Membros da CPLP, na luta contra a fome, na expansão da educação, na promoção do empoderamento do género, bem como no reforço da parceria internacional para o desenvolvimento.

Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné Bissau, Guiné Equatorial, Moçambique, Portugal, São Tomé e Príncipe e Timor Leste, são ao países que integram a CPLP. (Angop)

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