Variedade de ritmos acústicos fecha penúltimo mês da Trienal

Actuação do grupo musical Jovens do Prenda, na Trienal de Luanda organizado pela fundação Sindika Dokolo (Foto: AJulião)

Os músicos Jay Lourenzo e João Oliveira serão as atracções desta sexta-feira (30 de Outubro) da III Trienal de Luanda, num dia reservado a “som ao vivo” de vários ritmos.

O primeiro a exibir-se será Jay Lourenzo, às 20h30 no palco “Bengo” do Palácio de Ferro, acompanhado pelos instrumentistas Cloves Esteves (guitarras), Pedro Nsingui (bateria), Osvaldo Casimiro (teclado), Apogeu Ageu (guitarra ritmo), Christoffer (guitarra baixo) e Vany Andrade (coro).

Com dois álbuns publicados, o cantor vai aproveitar esse concerto para mostrar ao público as suas várias facetas artísticas, numa altura em que prepara a sua nova obra discográfica, com as participações de Big Nelo, Sandokan, Moreno Paim, Celma Ribas, Phathar Mak, Djamila Delves, Yanick Afrom Man, Dr Pam, MC Diamond Dog, Jack Nkanga e Verbo.

Por sua vez, o pianista João Oliveira, mentor do projecto Kutonoka, é um “habitué” em transportar os ritmos típicos de Angola ao soul music, bossa nova e ao jazz, imortalizando o cancioneiro popular angolano com versões bastante encantadoras e de matrizes nacional.

Este pianista oriundo de família de músicos e que toca acordéon desde os 11 anos de idade será suportado instrumentalmente por Leo Espinosa (guitarra baixo), Marcelo Araújo (bateria), João Ferreira (percussão), Ricardo Toscano (saxofone alto e clarinete) e Miguel Gonçalves (trompete).

Ao longo dos 11 meses já consumidos, o palco do Palácio de Ferro (sede da III TL), viu desfilar, na segunda fase dos concertos musicais, entre outros, o grupo folclórico Sagrada Esperança, Toty Sa’med, Proletário, Selda, Pedro Cabenha, Adão Minjy, Vum-Vum Kamusasadi e Gabriel Tchiema.

A mesma decorre desde o dia 1 de Novembro do ano passado, sob o lema “Da utopia à realidade”, constituindo um espaço de arte, símbolo de liberdade e uma plataforma para alargar o espectro do diálogo cultural e interação entre praticantes de diferentes disciplinas artísticas.

É caracterizado pelo conceito “Do tradicional à arte multimídia”, e afigura-se como um exercício que se contrapõe à violência, respeita a diferença, redimensiona e valoriza o sujeito artístico de acção, tendo como objectivo o resgate, através das artes visuais, cénicas, plásticas e musicais. (Angop)

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