Mãe de angolano falecido em Londres pede ajuda para repatriamento dos restos mortais para Luanda

À esquerda, Valentim Van-Dúnem, em Londres com um amigo. (Foto: D.R.)

A família do angolano Valentim Van-Dúnem, falecido em Londres no passado dia 22 de Agosto está a braços com o repatriamento dos seus restos mortais, para Luanda.

A Embaixada angolana no Reino Unido, não responde aos apelos do filho Ricardo Van-Dúnem e de um grupo de amigos, que lutam para angariar on line, 5 mil libras para realização de um funeral condigno, conforme pode ser observado no vídeo que apresentamos nesta edição.

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Até ao momento em que traçamos estas linhas, um grupo de amigos conseguiu apenas arrecadar 1500 libras esterlinas, faltando a quantia de 3500 libras para completar o valor necessário.

Segundo apuramos, a mãe do falecido não aceitou a idéia de cremação do corpo de Valentim Van-Dúnem, proposta pelo filho e amigos, preferindo o repatriamento dos seus restos mortais para a capital do país, onde reside. D. Guilhermina desespera no seu manto de lágrimas, apelando a pessoas de bom senso, a um auxílio para que possa ver o seu filho sepultado na terra que o viu nascer.

Valentim Van-Dúnem é um cidadão angolano, nascido no bairro da Samba Pequena, em Luanda, que emigra para Portugal nos anos 80, tendo anos depois, optado por fixar residência em Londres, onde concluiu licenciatura e doutoramento em ciências económicas e empresariais.

(Foto: D.R.)
(Foto: D.R.)

Constituiu família em Londres e não tardou, viu-se envolvido num processo de separação conjugal, que afectou profundamente o seu equilíbrio existencial, a ponto de solicitar auxílio à embaixada angolana no Reino Unido, para o seu regresso ao país, conforme informação prestada por um dos seus amigos, via facebook.

Não conseguindo resposta positiva, perdeu as estribeiras, altercando com um funcionário que o agride com violência, ressentindo-se dias depois, das mazelas daí resultantes, até ser surpreendido por uma síncope cardíaca, que o fulmina mortalmente.

O Portal de Angola tocado por este triste episódio, apela à Embaixada Angolana no Reino Unido ao dever de prestação de auxílio à família do malogrado, para que possa descansar em paz, na terra natal! (PA)

 

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