Job Capapinha defende participação da sociedade no desenvolvimento das comunidades

Presidente da Comissão Directiva da AMANGOLA, Job Pedro Castelo Capapinha (Foto: Angop/Arquivo)

O presidente da Comissão Directiva da União das Associações Locais de Angola (Amangola), Job Pedro Castelo Capapinha, defendeu, segunda-feira, em Luanda, envolvimento preponderante da sociedade para o enérgico desenvolvimento das localidades.

Em declarações à Angop, a propósito da abertura, na comuna do Kikolo, município de Cacuaco, de um conjunto de encontros de reflexão, que vão decorrer nos municípios do país, até Abril de 2017, precisou que foi eleita a localidade, no intuito de levarem o mais distante possível as acções da organização.

Informou que são actividades que vão ser realizadas com líderes e activistas comunitários, no sentido de disseminarem a mensagem da necessidade da participação da sociedade civil no desenvolvimento das comunidades.

Segundo o dirigente, foi escolhido o momento de Actualização de Dados dos Cidadãos Maiores, para o lançamento da empreitada, no intuito de se passar a informação aos líderes de opinião do Kikolo, da importância de divulgarem na comunidade a envolvência de todos no processo cívico, que esta em curso no país.

“ É evidente que hoje, estão a ser chamados os angolanos para actualizarem os seus dados, para que em Agosto do próximo ano, consigam exercer o seu direito de soberania, um direito, que não se retira a qualquer angolano, que tenha idade eleitoral, que é de eleger e ser eleito, para os órgãos de governação”, acentuou.

Deu a conhecer que no encontro foram abordados dois temas, sendo o primeiro, sobre a consolidação da paz, coesão social, unidade nacional, entre os angolanos, independentemente de quais forem os resultados obtidos, no processo democrático de votação, tendo sublinhado, que quem vence, deve ser respeitado e governar, quem perde, deve respeitar e contribuir.

Informou, que na segunda abordagem, falaram da participação da sociedade civil no esforço da governação, que na sua opinião, não é possível haver um Governo, que com as sua instituições e próprios meios, conduzir um país de mais de 20 milhões de habitantes. Defendeu que todos devem participar da acção governativa, de forma a beneficiarem dos resultados.

A Amangola, Instituição de utilidade pública, criada a 6 de Julho de 2013, funciona com delegações nas 18 províncias do país.

A organização, de carácter privado, ganhou o estatuto de utilidade pública, numa deliberação do Conselho de Ministros, aprovada na sua Sessão de 25 de Março de 2015.

A Amangola tem como objectivo participar no desenvolvimento das comunidades e na divulgação da Constituição da República de Angola, dentro e fora do país. (Angop)

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