JFNLA realiza II congresso ordinário em Luanda

Bandeira da FNLA (D.R)

Quinhentos e cinquenta delegados da organização juvenil da Frente Nacional de Libertação de Angola (Jfnla) participam a partir de hoje, sexta-feira, em Luanda, no II congresso ordinário dessa instituição, que além da renovação de mandatos dos seus órgãos directivos, vai delinear estratégias para melhor enfrentar os futuros desafios políticos.

A decorrer sob o lema “firme e fortes rumo aos desafios do futuro”, o conclave vai ainda analisar a necessidade de revitalização da organização, maior mobilização de militantes e de formação da juventude.

Concorrem ao cargo de secretário nacional da Jfnla, Kiaku Samuel Kiala e Chance Francisco Manuel, que até a data responde pelos destinos dessa organização juvenil na capital angolana.

Em declarações à Angop, em Viana (Luanda), a propósito da vida interna da Jfnla, o secretário nacional cessante, Kiaku Samuel Kiala, fez um balanço positivo dos últimos quatro anos, informando que foram desenvolvidas várias acções, quer no âmbito do associativismo juvenil como actividades de organização interna.

O responsável disse que em termos de militância, verificou-se um aumento significativo de jovens nas fileiras da organização, sem adiantar números, que leva agora a necessidade de se revitalizar os mandatos, para que a sociedade saiba que primam pelos princípios de um estado democrático e de direito.

Referiu que estão a fazer trabalhos de campo para captação de militantes, amigos e simpatizantes, pois a Fnla é um partido histórico que congrega todos os angolanos.

Reafirmou que vai concorrer a um segundo mandato, para dar sequência ao trabalho que já tem sido feito, como dinamizar a própria Jfnla, aumentar o número de militantes, apostar na formação académica e profissional dos jovens militantes, de modo a melhor compreenderem os fenómenos sociais e resgatarem valores que enaltecem o patriotismo e o sentido de estado.

Na mesma senda, enfatizou que vão continuar a ajudar a esclarecer a população sobre os objectivos das diversas políticas do estado, pois “somos todos angolanos e independentemente de filiações políticas, a angolanidade que nos une deve prevalecer”, frisou.

A Jfnla já está a trabalhar nesse sentido, garantiu, apelando toda a massa juvenil de Cabinda ao Cunene a participar do registo eleitoral.

Disse acreditar na sua reeleição, por ser essa a vontade dos militantes, mas adianta que vai respeitar qualquer resultado que sair do congresso, porquanto é a vida em democracia, perder ou ganhar com dignidade.

A Jfnla, braço juvenil da Frente Nacional para Libertação de Angola, foi fundada a 7 de Julho de 1954 e controla actualmente mais de cinco mil jovens a nível de todo país. (Angop)

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