Investimentos da Chicoil acima de USD 300 milhões

empresario Elias Chimuco (Foto: Angop)

Os investimentos do Grupo Chicoil no domínio da hotelaria estão, até agora, acima de 300 milhões de dólares norte-americanos, revelou o seu proprietário Elias Chimuco.

O empresário, que actua no sector hoteleiro e turístico há 25 anos, disse numa entrevista à Angop que integram a rede do Grupo oito (8) hotéis, mas com a conclusão de mais um, a ser inaugurado brevemente na província da Lunda Sul, permitirá elevar para nove o número de unidades.

Em relação a este novo hotel que vai abrir, o Elias Chimuco escusou-se em tecer qualquer consideração de momento.

O gestor disse que o Grupo Chicoil emprega pelo menos três mil trabalhadores, cifra que pode aumentar com novos investimentos.

Contou, por outro lado, ser objectivo da sua corporação investir na indústria de produtos de higiene e beleza, a fim de reduzir ou evitar a compra de consumíveis como dentífricos, sabonetes, escovas, perfumes e outros fora de Angola.

Actualmente, segundo o entrevistado, adquirem aqueles produtos no mercado chinês por ser o mais barato.

“A cadeia de hotéis Chik Chik tem estado a recorrer ao mercado internacional, com maior incidência à China, por ser, nesse momento, o melhor mercado que oferece bons preços“, disse explicando que o grupo está a criar condições para ser forte na área de fornecimentos de consumíveis de hoteleira.

Explicou que Luanda, Namibe, Benguela, Huíla e Lunda Sul são as províncias que contam com hotéis da rede Chik Chik.

O patrono do Grupo Chicoil considerou o investimento no sector turístico e hoteleiro dispendioso, principalmente quando se começa. “ Tudo na vida quando se dá inicio é caro. Não há nada na economia que seja aligeirado. O nosso país tem estado a crescer, estamos numa fase em que precisamos crescer, precisamos estabilizar-nos a todos os níveis”.

Durante a entrevista emitiu também seu parecer em relação às telecomunicações e transportes no país, serviços indispensáveis ao sector hoteleiro e turístico.

De forma muito optimista, disse acreditar que aqueles sectores hão de encontrar sempre uma solução a nível do Executivo para que sejam mais acessíveis e funcionais. “Portanto, quero acreditar que esses todos aspectos têm sido vistos e serão ultrapassados”, disse. (Angop)

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