Cidades angolanas podem ser inteligentes

cidade da Caála, na província do Huambo (foto aqrquivo) (Foto: FRANK BEU)

O director executivo da Câmara do Comércio Reino Unido “UK”-Angola, Bráulio de Brito, indicou a inovação, educação e construção como um dos critérios para tornar inteligentes cidades angolanas.

O responsável que falava hoje à Angop, em Luanda, na sequência do Workshop sobre Cidades Inteligentes, fez saber que o enfoque actual consiste nas cidades criativas e sustentáveis que fazem o uso da tecnologia em seu processo de planeamento com a participação dos cidadãos.

“Neste momento nós não temos nenhum projecto para Angola, mas podemos, com critérios de inovação, educação e construção, caminharmos para o renascer das nossas cidades de uma forma inteligente” – disse Braúlio de Brito, explicando que este sistema enquadra as pessoas na interação e uso da energia, materiais, serviços e financiamento para catalisar o desenvolvimento económico e a melhoria da qualidade de vida.

Afirmou que a câmara do comércio UK-Angola, em parceria com a Building Research Establishment (BRE) e a Embaixada Britânica estão a engajar-se para que, caso o governo angolano, tenha ou venha a ter projectos neste ramo, haja conhecimento sobre o assunto.

Acrescentou que esta troca de experiência e de conhecimentos poderá ajudar as autoridades angolanas ligadas ao investimento da reconstrução das cidades ou ao planeamento das cidades nacionais ou estrangeiros a investir.

Para que uma cidade seja considerada inteligente deve ser constituída, entre outros, por governação, administração pública, planeamento urbano, tecnologia, meio ambiente, conexões internacionais, coesão social, capital humano e economia. (Angop)

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