China é o amigo certo no momento certo – Mário Pinto de Andrade

Mário Pinto de Andrade - Reitor da Universidade Lusiada (Foto: Pedro Parente)

Falando à imprensa a margem da cerimónia comemorativa dos 67 anos da proclamação da República Popular da China, que se assinala a 1 de Outubro, o docente universitário declarou que “os amigos vêem-se nos momentos mais difíceis”.

Lembrou que com o fim da guerra o “ocidente virou as costas à Angola e foi a China quem estendeu-nos a mão. Foi o amigo certo no momento certo”.

Mário Pinto de Andrade afirmou que a cooperação com a China é uma mais-valia, e tem sido uma parceria na construção de infra-estruturas nos vários sectores como os da educação e transportes.

O professor disse que Angola só tem tido ganho desde o alcance da paz com a cooperação com a China e espera que o intercâmbio em todas as áreas, com destaque para as infra-estruturas, seja reforçado.

“A China é verdadeiramente um verdadeiro parceiro estratégico para Angola e tem sido um exemplo de país a ser seguido em matéria de desenvolvimento, atendendo que hoje é a segunda grande economia mundial e uma grande potência que se solidariza e coopera com todos os países do mundo”, segundo o docente.

Relativamente a receios sobre o avolumar da dívida externa, o docente universitário acredita que o “Estado é cauteloso para evitar que o endividamento externo fique acima de um certo limite do produto interno bruto”.

Já o docente universitário Patrick Cunha considerou serem relações de excelência entre os dois países nos domínios político e económico e que catapultaram o desenvolvimento das infra-estruturas em Angola.

Patrick Cunha sublinha que a cooperação chinesa tem grande sentido pelas oportunidades de negócios criadas, reciprocamente.

Falando à imprensa a margem da cerimónia comemorativa dos 67 anos da proclamação da República Popular da China, que se assinala a 1 de Outubro, o docente universitário declarou que “os amigos vêem-se nos momentos mais difíceis”.

Lembrou que com o fim da guerra o “ocidente virou as costas à Angola e foi a China quem estendeu-nos a mão. Foi o amigo certo no momento certo”.

Mário Pinto de Andrade afirmou que a cooperação com a China é uma mais-valia, e tem sido uma parceria na construção de infra-estruturas nos vários sectores como os da educação e transportes.

O professor disse que Angola só tem tido ganho desde o alcance da paz com a cooperação com a China e espera que o intercâmbio em todas as áreas, com destaque para as infra-estruturas, seja reforçado.

“A China é verdadeiramente um verdadeiro parceiro estratégico para Angola e tem sido um exemplo de país a ser seguido em matéria de desenvolvimento, atendendo que hoje é a segunda grande economia mundial e uma grande potência que se solidariza e coopera com todos os países do mundo”, segundo o docente.

Relativamente a receios sobre o avolumar da dívida externa, o docente universitário acredita que o “Estado é cauteloso para evitar que o endividamento externo fique acima de um certo limite do produto interno bruto”.

Já o docente universitário Patrick Cunha considerou serem relações de excelência entre os dois países nos domínios político e económico e que catapultaram o desenvolvimento das infra-estruturas em Angola.

Patrick Cunha sublinha que a cooperação chinesa tem grande sentido pelas oportunidades de negócios criadas, reciprocamente. (TPA)

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