Bolsa nacional em alta com BPI a disparar mais de 5%

(Foto: D.R.)

A bolsa de Lisboa começou a semana em alta, em linha com as principais congéneres europeias. Na praça nacional, destaque para as acções do BPI, que disparam mais de 5%.

A bolsa nacional começou a semana em alta, acompanhando o sentimento da maioria das restantes praças europeias. O PSI-20  soma 0,75% para 4.504,22 pontos, com 13 cotadas em alta, três em queda e duas inalteradas.

Na Ásia, o dia também foi de ganhos, numa altura em que a recuperação dos preços do petróleo alimentou o apetite dos investidores pelo risco, isto numa semana em que tanto a Reserva Federal dos Estados Unidos e o Banco do Japão tem reuniões onde devem debater a sua política monetária.
Por cá, destaque para as acções do BPI, que disparam 5,67% para 1,099 euros. Esta segunda-feira, o Negócios publica uma entrevista com Tiago Violas Ferreira, líder da Holding Violas Ferreira, principal rosto da oposição à OPA do CaixaBank sobre o BPI, onde reconhece que não consegue fazer mais do que já fez. ” OPA é inevitável. Esgotámos a nossa força”.
O responsável disse ainda que: “A nossa suposição é que a parte angolana tinha interesses diferentes do que viemos a constatar”.

Ainda na banca, o BCP  sobe 2,45% para 1,67 cêntimos.

Na energia, a Galp Energia soma 0,77% para 11,84 euros, recuperando das perdas recentes. E numa altura em que preços do petróleo estão a subir. O Brent do Mar do Norte, que serve de referência para as importações nacionais, soma 1,66% para 46,53 dólares por barril.
A EDP avança 0,62% para 2,903 euros. A REN  ganha 0,12% para 2,50 euros. Já a EDP Renováveis cede 0,15% para 6,85 euros.
A Jerónimo Martins  soma 0,59% para 14,585 euros. A Sonae valoriza 0,91% para 66,6 cêntimos.
A Nos cresce 0,35% para 5,978 euros.
A Pharol  aprecia 1,70% para 23,9 cêntimos. O Negócios, na edição desta segunda-feira, escreve que EUA pedem acesso à acção da Pharol contra Zeinal. O regulador do mercado de capitais dos EUA, a Securities and Exchange Commission (SEC), consultou o conteúdo das acções judiciais que a Pharol colocou contra os seus antigos administradores. Zeinal, Granadeiro, Pacheco de Melo e Deloitte são os visados. (jornaldenegocios)

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