Água ausente nas torneiras em Luanda

Matar a sede com um fio de água é o que fazem alguns cidadãos na capital. (Foto: D.R.)

Já lá vão mais de 15 dias, que a água deixou de correr nalgumas torneiras em Luanda. Em causa estarão as obras de ligação de novos ramais, pelas equipas de técnicos chineses, que rasgam o asfalto de várias artérias da capital.

Com isto deu-se como certa a interrupção por dias sem conta, do débil fornecimento de água, em zonas onde habitualmente o líquido corria em alta pressão.

Habituados ao silêncio da companhia EPAL o comum dos luandenses, responde pela mesma medida, à falha da fornecedora do líquido da vida, não tugindo nem mugindo.

Atendendo ao peso das dificuldades que as famílias vivem, em função da crise, não seria de bom tom, que os serviços municipalizados do GPL (Governo Provincial de Luanda), providenciassem um fornecimento alternativo, com as suas cisternas, que enfeitam os parques de estacionamento?

Lamentamos a falta de um programa alternativo, que permita às pessoas prevenirem-se destas situações, já que a EPAL não utiliza os seus mecanismos de comunicação para dar a conhecer os seus projectos estruturantes em prol da satisfação das necessidades dos seus clientes. É bom que pense nisso, pois quem paga deve ser informado! (PA)

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