PR aborda cooperação com embaixadora sueca

Presidente José Eduardo dos Santos recebe em audiência embaixadora da Suécia (Foto: Francisco Miudo)

Aspectos ligados a cooperação bilateral, bem como assuntos de interesse comum, estiveram no centro do diálogo da audiência que o Presidente da República, José Eduardo dos Santos, concedeu nesta quarta-feira, no Palácio Presidencial em Luanda, a embaixadora do Reino da Suécia, Lena Sundh.

Em fim de missão de três anos em Angola, a diplomata sueca, que considerou “excelentes as relações de amizade e cooperação entre os dois países, adiantou à imprensa, que aproveitou a ocasião para despedir-se do Chefe de Estado angolano.

Embora considerar boas os laços de cooperação, Lena Sundh informou que as mesmas registam um certo abrandamento face à crise económica mundial que actualmente se tem registado.

A Suécia, de acordo com a embaixadora tem cooperado com Angola fundamentalmente nas áreas de tecnologias de informação, e energia, e na formação de jovens para enveredarem ao empreendedorismo no sector privado, visto que o seu país tem uma grande experiência no ramo do empresariado no sector privado.

Lena Sundh regressa ao seu país onde vai assumir o cargo de enviada especial da Suécia para a Região dos Grandes Lagos, zona de África, onde Angola está integrada geograficamente com demais países no caso do Burundi, Zâmbia, República Democrática do Congo (RDC), República Centro Africana (RCA), Congo, Quénia, Uganda, Rwanda, Sudão do Sul, Sudão e Tanzânia.

Angola e Suécia mantém relações de amizade e cooperação desde 1975. Este país europeu tem uma economia mista orientada para a exportação com um sistema de distribuição moderno, excelente comunicação interna e externa e uma força de trabalho qualificada.

Hidroeléctricas, madeira e minério de ferro constituem a base de recursos de uma economia fortemente orientada para o comércio exterior.

O sector de engenharia da Suécia responde por 50 porcento da produção e das exportações.

As indústrias de telecomunicações, automobilística e farmacêuticas também são de grande importância para a economia do país. (ANGOP)

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