Político português defende relações privilegiadas com Angola

Paulo Portas fala sobre o VII Congresso ordinário do MPLA (Foto: Pedro Parente)

O político português Paulo Portas defendeu nesta sexta-feira, em Luanda, a promoção de relações privilegiadas entre Angola e Portugal, a bem do desenvolvimento e bem-estar dos dois povos.

Falando à imprensa, à margem do VII Congresso Ordinário do MPLA, na qualidade de convidado, Paulo Portas disse que o seu prisma foi sempre o de interesse nacional e dos portugueses, onde quer que eles vivam.

Lembrou que em Angola vivem mais de 100 mil portugueses e existem duas mil empresas lusas estabelecidas no país, além das cerca de 10 mil firmas que exportam para Angola.

“Isto é demasiado importante para que, no essencial, trabalhemos todos para o bem das relações entre os dois países”, enfatizou o ex-vice-primeiro- ministro de Portugal.

O político insistiu na necessidade da afirmação de laços de cooperação entre os dois países, sublinhando ser do interesse de Portugal promover relações especiais com Angola, ao invés de perder tempo em retóricas de confronto.

Neste sentido, chamou a atenção das autoridades portuguesas de que aquilo que Portugal deixar de fazer em Angola, será feito pelos chineses, turcos, franceses, ingleses, italianos e por outros países.

O também ex-líder do PSD concluiu reconhecendo que Angola é uma grande nação africana que venceu uma guerra e construiu um processo de paz que Portugal apoiou. (ANGOP)

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