João Lourenço e Paulo Cassoma, eleitos vice-presidente e secretário geral do MPLA

(Foto: Quintiliano dos Santos)

João Lourenço, ministro angolano da Defesa e Paulo Cassoma, secretário do Bureau Político para a política de quadros, eleitos vice-presidente e secretário-geral do MPLA respetivamente, após congresso da semana passada.

No discurso da primeira reunião do Comité Central (CC) do partido no poder em Angola, o Presidente do MPLA, José Eduardo dos Santos considerou esta terça-feira (23.08) tarefa inadiável do novo Bureau Político do partido, acompanhar a execução do Programa de Investimento Público, para garantir que os projetos aprovados neste mandato sejam concluídos antes das eleições em Angola, marcadas para 2017.

O também chefe de Estado angolano sublinhou que para manter e reforçar a confiança do povo angolano no MPLA não é suficiente congregar em torno do líder do partido, os militantes, simpatizantes e amigos do partido.

“É necessário juntar todos em torno de um programa e de um projeto de sociedade e assegurar a sua concretização”, disse José Eduardo dos Santos.

O presidente do partido referiu que a Moção de Estratégia, aprovada no congresso do partido realizado na semana passada, é o programa do partido para os próximos cinco anos e a sua materialização “é fundamental”.

“A missão que temos pela frente é árdua e é por isso que temos apelado ao reforço da disciplina e ao maior empenho de todos na execução das tarefas que lhe são atribuídas”, ressaltou o líder do MPLA.

Além de levar avante a execução do Programa de Investimento Público, o novo Bureau Político terá como missão preparar a proposta de Estratégia Eleitoral, o projeto de Programa de Governação para o período 2017/2022 e a proposta da Lista de Candidatos do MPLA às próximas eleições gerais agendadas para agosto de 2017, para apreciação e aprovação do Comité Central.

Segundo José Eduardo dos Santos, o Bureau Político deverá também continuar a apoiar o Governo na execução do Orçamento Geral do Estado de 2016 revisto e na preparação do Orçamento Geral de Estado para 2017, a submeter ao Parlamento em outubro próximo. (DW)

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