Gritos de “justiça” no funeral do jovem morto no Zango

Pai de Rufino Fernando António (VOA)

Centenas de pessoas participaram no funeral de Rufino António morto a tiro durante demolições no Zangoa.

Foi hoje a enterrar o jovem de 14 anos, morte a tiro durante confrontos com forças de segurança que asseguravam demolições de residências na zona do Zango 2 e 3.

Canções, choros, lágrimas, orações e pedidos de justiça marcaram o enterro do menor que em vida era conhecido por Rufino Marciano António.

Centenas de pessoas juntaram-se ao funeral gritando por “justiça”.

O Estado maior general das Forças Armadas disse estar a investigar o caso.

Após o funeral, Marcelo António pai do malogrado, destacou a prática do desporto, estudar e ir á missa como as principais actividades do Rufino.

“Queria ser um quadro”, disse visivelmente emocionado

Recorda-se que comandante do Posto Comando Unificado Permanente, acusou a UNITA de estar por de trás dos confrontos que resultou na morte do jovem.

A UNITA nega as acusações e pede responsabilização dos culpados. (VOA)

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