Exportação de diamantes lapidados é destaque da semana

Diamantes lapidados (DR)

O anúncio da exportação por Angola, durante o mês de Junho, do ano em curso, de mais de quatro mil e 462 quilates de diamantes lapidados, num valor de três milhões 98 mil e 993 dólares norte-americanos, constitui o destaque noticioso das matérias económicas divulgadas pela Angop nos últimos sete dias.

Trata-se de diamantes produzidos pela Angola Polishing Diamonds, a um preço médio do quilate de diamante lapidado de 694 dólares norte-americanos e 50 cêntimos.

O país de destino das exportações foi os Emirados Árabes Unidos. A produção do mês de Junho foi de 753 mil e 151 quilates, representando o valor de 75 milhões 358 mil e 883 dólares norte-americanos, ao preço médio de 100 dólares por quilate.

Para a referida produção, a mina de Catoca contribuiu com 620 mil e 514 quilates, Camutue com 41 mil e 269 quilates, Cuango com 39 mil e 771 quilates, Chitotolo com 20 mil e 64, Calonda com 12 mil 889, Somiluana 9 mil e 53, Luo 8 mil 779 e Lulo 808 quilates.

No segmento da banca, a reunião do Caucus Africano 2016, no Benin, no qual Angola participou, juntou os governadores representados no Fundo Monetário Internacional (FMI) e do Banco Mundial (BM).

Entre outros temas, esteve em debate as perspectivas económicas do continente, num fórum que decorreu sob o lema “Reforçar o crescimento e promover a transformação económica em África”.

A delegação angolana presente ao evento é chefiada pelo secretário de Estado do Tesouro, João Boa Francisco Quipipa.

Duzentos e 31 milhões e 100 mil euros (EUR) é o montante de divisas vendidas pelo Banco Nacional de Angola (BNA), no período de 25 a 29 de Julho deste ano.

No referido período, o BNA realizou vendas de divisas no montante de EUR 231,1 milhões (equivalente a USD 258,2 milhões), com destaque para, entre outras operações, 35,8 milhões de Euros (EUR) em leilão de preço para cobertura de necessidades das empresas prestadoras de serviço ao sector petrolífero.

Mereceu destaque, igualmente, a deslocação do ministro dos Transportes, Augusto Tomás, ao município do Luau (Moxico), onde afirmou que a rede nacional das plataformas logísticas constitui um interface físico entre os transportes e a logística angolana.

Augusto Tomás disse que as plataformas logísticas são partes integrantes do sistema logístico nacional, constituindo-se numa das peças fundamentais do processo de crescimento económico e do desenvolvimento social.

Além de interligar o armazenamento, a consolidação e a distribuição dos produtos no mercado, o sector as plataformas contribuem para a criação de valor acrescentado para a indústria, o comércio e serviços.

O país prevê criar, a curto prazo, 44 plataformas de primeiro ao terceiro nível de tipologias urbanas, regionais, portuárias, transfronteiriças e centros de carga aérea nos principais aeroportos nacionais.

No sector das pescas, a secretária de Estado, Maria Antónia Nelumba, afirmou que o Executivo angolano está a trabalhar para garantir que se tirem maiores rendimentos da actividade piscatória.

A aposta começa nos pescadores, passa pela cadeia de transformação e termina na comercialização.

Quanto à formação, disse que se pretende potenciar o tecido sócio-económico das comunidades localizadas na faixa costeira, atingindo cerca de 200 comunidades, cujo rendimento depende essencialmente da pesca.

Para essa empreitada existe uma parceria com o Banco Africano de Desenvolvimento (BAD) e Fundo das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO). (ANGOP)

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