Detidos militares acusados de terem atacado hotel do presidente turco

Populares sobem em um tanque após conquistarem uma posição militar, na Ponte do Bósforo, em Istambul (AFP)

O Exército turco deteve 11 soldados acusados de terem feito parte do comando que atacou o hotel de Marmaris (oeste da Turquia) onde se encontrava o presidente turco, Recep Tayyip Erdogan, no início do golpe de Estado frustrado de 15 de Julho, anunciou nesta segunda-feira o Ministério do Interior.

Durante a detenção ocorreu um tiroteio, indicou o ministério.

Os militares, foragidos há 18 dias, foram capturados graças a um grupo de caçadores de javalis na região de Ula, perto de Marmaris, que detectaram sua presença e avisaram ao exército, indicou.

A agência de notícias turca Anatolia informou que 37 militares formavam parte do comando encarregado de neutralizar Erdogan em Marmaris.

Nesta segunda-feira, o vice-primeiro-ministro turco, Numan Kurtulmus, disse que um soldado do comando seguia foragido.

Pouco antes, um responsável turco havia dito que todos os seus membros estavam detidos. (AFP)

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