Comandante Geral da Polícia são-tomense quer mais meios

Superintendente Samuel António durante o seu discurso de sábado. (STP Press)

Por ocasião da celebração no sábado passado dos 41 anos da institucionalização da Polícia da Ordem Pública de São Tomé e Príncipe, o Comandante Geral da Polícia Samuel António aludiu ao terrorismo e a outras ameaças do crime internacional como o tráfico de droga e de seres humanos, fenómenos aos quais o país não estará imune segundo referiu este responsável.

De acordo com o superintendente Samuel António “a sociedade são-tomense compadece com a presença de organizações criminosas com ligações a células que actuam em países estrangeiros”. Sem entrar em pormenores sobre os elementos que terá em mãos, o responsável da Polícia Nacional evocou as novas formas de criminalidade que o país tem que enfrentar e referiu em entrevista à RFI que quis com este discurso alertar as autoridades para a necessidade de apetrechar melhor a polícia são-tomense para estes desafios.

Para Samuel António “nos últimos tempos, houve um investimento, ainda não se está apetrechado a 100% para fazer face a este novo fenómeno da criminalidade, mas estamos no bom caminho”, este responsável considerando que é preciso “investir nos meios humanos, em termos de quantidade e qualidade, depois também nos meios materiais”. (RFI)

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