Chefes de Estado e Governo da SADC procuram fontes de financiamento

Manuel Augusto - Secretário de Estado das Relacções Exteriores (Foto: Lino Guimarães)

Os Chefes de Estado e de Governo da SADC, durante a 36ª Cimeira que decorre na Swazilândia, nos dias 30 e 31 do corrente mês, vão procurar fontes de financiamento para materialização do programa de industrialização dos estados membros da organização, informou hoje (segunda-feira), o Secretario de Estado do ministério das Relações Exteriores, Manuel Augusto.

O Secretário de Estado fez estas declarações à imprensa, no Aeroporto Internacional 4 de Fevereiro, à margem dos cumprimentos de despedida ao Vice-presidente da República Manuel Domingos Vicente, que se deslocou a Swazilândia, para representar o Presidente da República, José Eduardo dos Santos, no encontro.

“É mais uma Cimeira de Chefes do Estado da SADC, num momento que a prioridade da nossa região é o programa de industrialização. Como sabe, na nossa região, os estados possuem diferentes estágios de desenvolvimento, porém nos últimos dois anos tem sido abordado este aspecto”, frisou.

De acordo com Manuel Augusto, neste momento as metas estão fixadas e o grande desafio é encontrar fontes de financiamento para este programa de industrialização.

Neste sentido, os Chefes de Estado e de governo vão debruçar-se na Swazilândia sobre os caminhos que o grupo técnico e o conselho de ministro apontam para a solução desse problema de financiamento do programa de industrialização.

Por outro lado, o Secretário de Estado salientou que “ Angola vai assumir a vice-presidência do Órgão de Política, Defesa e Segurança da SADC, por formas a que, na cimeira de Agosto do próximo ano, o país assuma a presidência desse mesmo órgão”, declarou.

De acordo com Manuel Augusto, esta acção é uma vez mais o reconhecimento da capacidade e experiência de Angola em matéria de paz e segurança.

“Foi a pedido dos outros estados membros que o país aceitou esta vice-presidência, na perispectiva de, no próximo ano, assumir a presidência do órgão, que denota um reconhecimento da experiência de Angola nesta matéria”, reforçou. (Angop)

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