UA: Georges Chikoti representa chefe de estado angolano

Georges Chikoti, (RTP)

O ministro angolano das Relações Exteriores, Georges Chikoti, é aguardado ao principio da tarde de hoje , sábado, em Kigali onde irá representar o Chefe de Estado, José Eduardo dos Santos na cimeira da União Africana que se realizará nesta cidade de 17 a 18 do corrente mês.

Após a sua chegada, Georges Chikoti participará de um encontro a porta fechada onde todos os chefes de Estado participantes a cimeira serão informados pelo director-geral do Banco Africano de Desenvolvimento (BAD) sobre a real situação económica e financeira do continente.

O chefe da diplomacia angolana irá, de igual modo, desenvolver uma intensa actividade diplomática com vista a eleição da candidata da Sadc, Pelonomi Verson- Motoi, ao cargo de presidente da Comissão da União Africana, em substituição de Dlamini Zuma, que manifestou indisponibilidade em permanecer no cargo ,

A 27ª cimeira da União Africana, para alem da eleição do presidente da Comissão da União Africana, irá abordar questões ligadas a defesa e segurança com especial realce para o retorno as hostilidades no Sudão do Sul, a situação prevalente no Burundi, República Democrática do Congo e Sahara Ocidental.

Os direitos humanos, com incidência para os direitos da mulher, é um tema fulcral que os chefes de estado irão abordar na cimeira, para alem da integração continental em que as bases para a criação da zona de comércio livre formam lançadas na reunião de cúpula realizada no ano passado em Joanesburgo.

Neste evento está igualmente previsto o lançamento do passaporte da União africana, cuja acção está inserida na Agenda 2063 que tem como objectivo a livre circulação de pessoas e bens, aliado à intensificação das negociações por parte dos ministros do Comércio.

A cidade de Kigali vive, desde sexta-feira, um frenético movimento com a chegada dos chefes de estado dos distintos países que participarão na 27ª Cimeira da União Africana, a realizar-se sob o tema: “2016: Ano Africano dos Direitos Humanos com Especial Incidência Sobre os Direitos das Mulheres”. (ANGOP)

SEM COMENTÁRIO

DEIXE UMA RESPOSTA