Rede de Mulheres da CPLP realça políticas para desenvolvimento da mulher

Joana Lina à (DIR), 1ª Vice- Presidente da Assembleia Nacional, recebe presidente do Grupo Nacional da CPLP (Foto: Aberto Julião)

A presidente da Rede de Mulheres Parlamentares da CPLP, Rosângela Gomes, realçou nesta quarta-feira, em Luanda, a necessidade da implementação de políticas voltadas para o desenvolvimento da mulher nos países membros da comunidade.

Em declarações à imprensa, à saída de uma audiência com a primeira vice-presidente do Parlamento Angolano, Joana Lina, disse que vai prestar atenção aos problemas mais candentes da comunidade lusófona.

Destacou, entre esse problemas, a violência contra a mulher, a questão do estupro, a educação e mais emprego para as mulheres, sendo que muitas delas são pais e mães ao mesmo tempo.

Elogiou igualmente a representatividade das mulheres no Parlamento Angolano.

“Estou a iniciar a minha gestão, mas vejo de forma muito positiva o exemplo de Angola: são 220 parlamentares e mais de 80 são do sexo feminino, coisa que no Brasil ainda não aconteceu”, expressou.

Rosângela Gomes fez saber que vai dar continuidade ao trabalho desenvolvido no consulado da deputada angolana Cândida Celeste.

Angola assumiu a presidência da Rede de Mulheres Parlamentares em 2013 e passou o testemunho ao Brasil, em 2016.

Rosângela Gomes, que chegou hoje à capital do país, Luanda, vai manter quinta-feira um encontro com o Grupo de Mulheres Parlamentares da Assembleia Nacional.

O programa reserva também uma visita ao Memorial António Agostinho Neto e à embaixada da República Federativa do Brasil em Angola.

A Rede de Mulheres Parlamentares da CPLP é um organismo da Assembleia Parlamentar considerado espaço de concertação e cooperação, que vela por questões de igualdade e equidade do género, com objectivos e competências específicas.

Integra todas as deputadas em efectividade de funções nos parlamentos dos países membros da CPLP. (ANGOP)

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