Presidente da AN e ministro coreano abordam reintegração de antigos combatentes

Fernando da Piedade Dias dos Santos, presidente da Assembleia Nacional, recebe em audiência ministro dos Patriotas e dos Assuntos dos Veteranos da República Sul-coreano, Park Sung-choon (E) (Foto: Franscisco Miudo)

O incremento da cooperação entre as Repúblicas de Angola e da Coreia do Sul na reintegração dos antigos combatentes dominou o encontro desta segunda-feira entre o presidente da Assembleia Nacional, Fernando da Piedade Dias dos Santos, e o ministro dos Patriotas e Veteranos da Pátria sul-coreano, Park Sung Choon.

À saída da audiência, o governante da Coreia do Sul disse ter transmitido ao presidente do Parlamento angolano a intenção do seu país em cooperar no crescimento económico de Angola e na reintegração dos antigos combatentes angolanos.

Afirmou que a Coreia e Angola têm similitudes, porque viveram longos anos de guerra, sendo necessário agora apostar na dignificação dos seus patriotas e antigos combatentes.

Notou que o seu pelouro tem estado a apoiar todos os soldados reformados e lesionados que sacrificaram as suas vidas durante o conflito armado do seu país.

Já o ministro dos Antigos Combatentes e Veteranos da Pátria, Cândido Pereira Van-dúnem, notou que a visita do governante Sul-coreano é o corolário da cooperação que se está a estabelecer entre os departamentos ministeriais dos dois países.

Referiu que durante as negociações pretendem encontrar caminhos mais sólidos para reforçar a cooperação já existente em matéria de antigos combatentes e veteranos da pátria entre os dois países.

Disse que a cooperação visa, essencialmente, encontrar mecanismos práticos e pragmáticos para que a experiência que vivenciaram na Coreia do Sul possa, de alguma forma, encontrar também um espaço em que os sul-coreanos possam ajudar a criar melhores condições de vida para os antigos combatentes angolanos.

Nos últimos anos, a Coreia do Sul transformou-se na 10ª economia mundial.

“A experiência que a Coreia do Sul tem no domínio dos antigos combatentes poderá ser válida para nós podermos também transporta-la e adequá-la à realidade no nosso país”, vincou o ministro. (ANGOP)

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