Nação angolana “deve pagar o preço” da segurança marítima – Nunda

Chefe do Estado-Maior General das FAA, Geraldo Sachipengo Nunda (Foto: Clemente dos Santos)

Apesar dos custos elevados dos meios da Marinha de Guerra, no que toca à aquisição e manutenção dos mesmos, a nação angolana “deve pagar o preço” da segurança marítima, disse o chefe do Estado-Maior General das FAA, Geraldo Sachipengo Nunda.

O general de exército discursava hoje, sexta-feira, na cerimónia de abertura do simpósio da Marinha de Guerra Angolana (MGA) sob o tema ” Expectativas e desafios da Marinha”, no âmbito do 40º aniversário da corporação a assinalar-se no dia 10 de Julho.

Na sua alocução, referiu que há 40 anos o primeiro Presidente de Angola, António Agostinho Neto, proclamou no dia 10 de Julho de 1976, a fundação da então Marinha de Guerra Popular de Angola.

No seu discurso, acrescentou, Agostinho Neto chamou a atenção da nação sobre os perigos e ameaças que representavam os predadores das riquezas do país através do mar.

“Agora temos a certeza e garantia da segurança marítima, transmitida pelo Comandante em Chefe, José Eduardo dos Santos, que afirmou que apesar desta restrição de recursos e de despesa pública, o Estado continua a assegurar e garantir o funcionamento normal das Forças de Defesa e Segurança”, afirmou.

Neste contexto, Geraldo Sachipengo Nunda salientou que está em curso o programa de potenciação da MGA, contemplando navios, sistemas e meios de observação e de defesa costeira, para além de infra-estruturas necessárias ao seu pleno e eficiente funcionamento.

Frisou ainda, que a defesa da soberania na terra, céu e mar, pressupõe que o reequipamento e a modernização da técnica e do armamento, aliados à formação sistemática e racional de quadros, têm que ser actividades a realizar em tempo de paz.

Estiveram presentes no acto, os comandantes dos três ramos das FAA, almirantes, generais, oficiais e cadetes, bem como representantes militares de países amigos. (ANGOP)

SEM COMENTÁRIO

DEIXE UMA RESPOSTA