Marcelo desvaloriza ataques entre PSD e PS e reafirma unidade contra sanções

Marcelo Rebelo de Sousa, Presidente da República. (TVI24)

O Presidente da República salientou que há um princípio de consenso nacional contra essa penalização.Marcelo Rebelo de Sousa falava aos jornalistas após ter participado na cerimónia dos 130 anos da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Cascais, na qual também esteve presente a ministra da Administração Interna, Constança Urbano de Sousa.

O Presidente da República desvalorizou este domingo a troca de acusações entre PSD e PS sobre a responsabilidade pela aplicação de eventuais sanções europeias a Portugal e salientou que há um princípio de consenso nacional contra essa penalização.

Marcelo Rebelo de Sousa falava aos jornalistas após ter participado na cerimónia dos 130 anos da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Cascais, na qual também esteve presente a ministra da Administração Interna, Constança Urbano de Sousa.

Interrogado sobre a mais recente polémica entre a vice-presidente do PSD e ex-ministra das Finanças Maria Luís Albuquerque e o porta-voz socialista, João Galamba, sobre as causas da atual situação de Portugal perante as instituições europeias, o chefe de Estado considerou “natural” o debate em democracia e respondeu: “No essencial, diria que o país continua com unanimidade” contra as sanções.

O Presidente da República referiu então que “está de pé” a aprovação de dois votos no parlamento – um do PSD/CDS-PP e outro da esquerda – contra a aplicação de sanções a Portugal.

“Embora fossem duas moções diferentes, no essencial diziam a mesma coisa: Repúdio e rejeição face à aplicação de sanções. É esse espírito nacional que importa, e depois cada um tem leituras diferentes, o que é natural e faz parte da democracia”, defendeu o chefe de Estado.

No sábado, a ex-ministra das Finanças afirmou que se ainda estivesse nestas funções Portugal não estaria em risco de ser alvo de sanções por parte da Comissão Europeia.

Na resposta, o porta-voz do PS, João Galamba, responsabilizou o anterior Governo, do qual Maria Luís Albuquerque fez parte, pelo falhanço das metas macroeconómicas em 2015, colocando o país sob a ameaça de sanções. (TVI24)

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