Governante reafirma haver muitos desafios a enfrentar no seio das famílias

Ministra da família e promoção da Mulher, Filomena Delgado, quando falava à imprensa, após encerramento da 17ª plenária do SECAM. (Foto: Joaquim Bento)

Ministra da Família e Promoção da Mulher, Filomena Delgado, afirmou hoje, domingo, em Luanda, que são muitos os desafios que o governo tem que enfrentar no seio das famílias, tanto no ponto de vista do resgate de valores morais e cívicos, bem como na influência externa, mormente, no uso das novas tecnologias que interferem muito na educação das crianças e jovens.

A governante, falava à imprensa, no final da 17 Plenária da Conferência Episcopais de África e Madagáscar (Secam) que teve como lema “A Família em África, Ontem, Hoje e Amanhã; A Luz do Evangelho”.

Sublinhou que os mais velhos tem que estar a par e informados para acompanhar todos esses movimentos e saber como educar os filhos com base na tradição e cultura do país.

A governante referiu que se deve trabalhar muito com as igrejas, muitas das quais, enquadradas no Conselho das Igrejas Cristãs em Angola (CICA) e são membros do conselho de família em questões do género.

Lembrou que há um programa sobre as competências familiares, onde tem se associado a preparação de novos casais que devem estar ligado à igreja para ajudá-los na educação cristã e política social das famílias.

Exortou todas famílias a cumprirem realmente com o seu verdadeiro papel, sendo que, ao Estado cabe sempre apoiar naquilo que é sua competência, enquanto instituição que salvaguarda os direitos sociais e económicos das famílias.

Filomena Delgado chamou ainda atenção aos casais que estão a preparar-se e organizar as suas famílias, no sentido de terem em mente que o matrimónio é o primeiro passo para constituição de uma família e que haja muita responsabilidade para os passos subsequentes, evitando-se o surgimento de famílias fragilizadas.

A 17ªplenária da Conferência Episcopais de África e Madagáscar (Secam, que decorreu de 18 a 24 deste mês, no Hotel Diamante, em Luanda, reelegeu a República de Angola a presidência desta organização. (ANGOP)

SEM COMENTÁRIO

DEIXE UMA RESPOSTA