«Está provado que não há acaso nem sorte» – Marcelo Rebelo de Sousa

FUTEBOL - Presidente da Republica Marcelo Rebelo de Sousa Rececao da Selecao Nacional de Futebol, Campea da Europa 2016 na varanda do Jardim do Buxo no Palacio de Belem, em Lisboa. Segunda Feira 11 de Julho de 2016. (Foto: ASF/Alexandre Pona)

O Presidente da República recebeu esta tarde, no Palácio de Belém, a comitiva da Seleção Nacional que regressou hoje a Portugal com o título de campeões europeus.

«Boa tarde campeões da Europa», começou por saudar Marcelo Rebelo de Sousa no seu discurso. «Obrigado campeão Fernando Gomes. Obrigado campeão Fernando Santos, um homem de fé, que disse “só volto a Portugal no dia 11 de julho com a taça”, e voltou com a taça. Que liderança tão inteligente, tão serena, tão resistente, nunca teve medo de nada», prosseguiu o Presidente português, elogiando o selecionador nacional.

«Eu disse há um mês e três dias que eram os melhores da Europa, e muita gente ao longo deste mês disse: “Não, eles são bons mas têm sorte, são bons mas há melhores”. Está provado que não há acaso nem sorte, que não são uma equipa banal, eram e são os melhores da Europa. E são os melhores da Europa pela competência, pela inteligência, mas também pela humildade.

O futebol é um desporto coletivo e ali há uma equipa e é tão importante um golo marcado com um golpe de calcanhar genial, como a defesa de um penalty, como alguns que ontem aos 120 minutos já se arrastavam mas continuavam em campo. É esse espírito coletivo que deu a vitória.

Eu disse-lhes naquela altura que aquilo que lhes pedia era que se lembrassem dos portugueses que vivem aqui e lá fora, e vocês lembraram-se sempre deles, todos os minutos, todos os jogos até vencerem a final. Vocês lembraram-se do que podiam fazer pelo orgulho de ser português», acrescentou.

Marcelo lembrou ainda as felicitações recebidas por parte das ex-colónias portuguesas e terminou com um enorme elogio aos jogadores portugueses:

«A diferença entre ontem e hoje é que hoje, graças a vocês, temos mais razões para acreditar em Portugal». (abola)

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