Criação do IRSEA serve para proteger o consumidor

Tomada de posse de novos responsáveis do IRSEA (Foto: Cedida a Angop)

A criação do Instituto Regulador dos Serviços de Electricidade e Águas (IRSEA) é de definir regras claras que protejam simultaneamente os consumidores e as empresas operadoras, tornando os serviços num ambiente sereno e justo, considerou quinta-feira, em Luanda, o administrador desta instituição, Adriano de Almeida Mayano.

Falando durante o acto de tomada de posse dos membros do Conselho de Administração do IRSEA e de outros directores afectos ao Ministério de Energia Águas, em acto presidido pelo titular da pasta, João Baptista Borges, o responsável adiantou que o IRSEA é uma espécie de entidade que vai procurar melhorar o diálogo através de uma clarificação de actuação de cada interveniente.

Adriano de Almeida esclareceu que o IRSE já existia, mas somente regulava o sector eléctrico. O que aconteceu foi incorporar o sub sector da água nesta mesma instituição, para o mesmo fim.

“ A medida que formos avançando, vamos ganhando mais experiência, que com a certeza trará mais benefícios ao consumidor, já que vai passar a ter também uma entidade com quem pode interagir para eventualmente tirar dúvidas para não ser injustiçado’’ – ressaltou.

Informou que as empresas operadoras vão também poder contar com o Instituto Regulador dos Serviços de Electricidade e Água para juntos esclarecerem as entidades superiores, no caso o Governo, sobre questões que os preocupe.

Tomaram posse pelo IRSEA o Presidente do Conselho de Administração, Luís Mourão Garcês da Silva, e dois administradores, designadamente Adriano António e Silva Sebastião de Almeida Mayano e José Adelino Guimarães Quarta.

Foram igualmente empossados responsáveis afectos ao ministério, designadamente da Unidade de apoio de investimento privado, dos gabinetes institucional e imprensa, de Projecto Baynes/Angola e do Instituto Nacional dos Recursos Hídricos.

A criação deste órgão resulta das transformações orgânicas e institucionais em curso no sector da energia e águas.

O conselho foi nomeado através do despacho número 1006/2016, de 25 de Abril, e publicado no Diário da República Nº 69, II série. (ANGOP)

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