Angola preocupada com Sudão do Sul

Georges Chikoti, ministro das Relações Exteriores de Angola (Cristiana Soares/RFI)

A situação difícil que se vive no Sudão do Sul continua a preocupar os dirigentes africanos. Já ontem Idriss Deby Etno, presidente em exercício da União Africano, tinha apontado o dedo aos dois grandes protagonistas desta história: Salva Kiir e Riek Machar.

Já ontem Idriss Deby Etno, presidente do Chade e presidente em exercício da União Africano tinha alertado para isso, além de ter apontado o dedo aos dois grandes protagonistas desta história: o presidente sul-sudanês Salva Kiir e o seu vice-presidente, Riek Machar, o comandante dos ex-rebeldes.

Os dois governantes alegaram falta de condições de segurança para se deslocarem à capital ruandesa onde decorre a 27 Cimeira de chefes de Estado da União Africana.

As partes voltaram à troca de tiros no fim-de-semana em que o país assinalava os cinco anos da sua independência. Na altura mais de 300 pessoas morreram, entre eles capacetes azuis da ONU. A violência provocou ainda a deslocação de milhares de pessoas.

Cinco anos depois da independência, Sudão do Sul, a mais nova nação africana continua dividida, com o fantasma da guerra civil a pairar sobre Juba.

Georges Chikoti, ministro das Relações Externas de Angola, que na cimeira da União Africana representa o chefe de Estado, mostra-se preocupado com a situação no Sudão do Sul e sublinha a urgência de reforçar o quadro de segurança no país. (RFI)

por Cristiana Soares

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