TAAG conquista estatuto de operador TCO

Peter Hill - PCA da TAAG (Foto: Gaspar Santos)

A TAAG, Linhas Aéreas de Angola, recebeu a licença da Agência de Segurança Aérea da União Europeia (EASA) como operador de terceiros países (OTC), para operar ?livremente? em qualquer dos 32 estados membros da comunidade.

Em comunicado de imprensa, a companhia angolana de bandeira informa que “está agora livre para se candidatar a qualquer licença comercial, para operar nos estados membros da União, ao mesmo nível de qualquer grande companhia aérea estrangeira que voa para a Europa”.

De acordo com o documento, o resultado de um processo de inspecção e auditoria, no início deste ano, fez com que a EASA aprovasse o Operador de Terceiros Países (TCO), para que todo o tipo de aeronave propriedade da TAAG nomeadamente os Boeings 777-200ER, Boeings 777-300ER e os Boeings 737-700, voassem para o espaço aéreo e territórios da UE.

Para o presidente do Conselho de Administração da TAAG, Peter Hill, este é o marco significativo para a história da companhia aérea angolana em restabelecer-se como um veículo de qualidade internacional.

“A atribuição do TCO vai dar aos nossos clientes a garantia adicional de que a companhia angolana é gerida com os mais altos padrões de segurança possíveis e significa que podemos figurar na lista das muitas operadoras multinacionais. É uma evidência tangível das mudanças que o Acordo com a Emirates está a trazer para a TAAG”, comentou.

Para doptar a TAAG de uma gestão profissional de nível internacional, o governo anunciou, em Setembro de 2014, a assinatura de um acordo de cooperação operacional, que estabelece uma parceria estratégica de cinco anos entre a transportadora nacional e o Grupo Emirates, um dos líderes mundiais da aviação comercial com sede nos Emiratos Árabes Unidos.

O Contrato prevê, entre outros propósitos, a transferência de conhecimentos e boas práticas da Emirates para a TAAG, libertando-a dos problemas de eficácia e eficiência que vêm persistindo ao longo dos anos, aumentar a oferta de destinos para os passageiros angolanos, melhorar o serviço que presta a estes e elevar os padrões de operacionalidade e segurança,

O estatuto de TCO é atribuído, pela Agência de Segurança Aérea da União Europeia, a operadores de países fora da Comunidade Europeia. (ANGOP)

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