Polícia Nacional traça estratégias para o asseguramento das tarefas eleitorais

Director dos Recursos Humanos da Polícia Nacional, comissário Luís Cadete (Foto: Lucas Neto)

O posto comando-central da Polícia Nacional traça estratégias de planeamento e execução das tarefas para o asseguramento do registo eleitoral e das eleições gerais previstas para 2017, durante o Conselho Consultivo Alargado do órgão, aberto nesta quarta-feira, em Luanda.

Na abertura do certame, o director dos Recursos Humanos da Polícia Nacional, comissário Luís Cadete, declarou que o posto comando-central deverá desempenhar uma tarefa fundamental na tramitação da informação de interesse policial durante o período eleitoral.

Aferiu que o órgão deverá fazer um trabalho de planeamento e tratamento oportuno da informação e coordenação operacional de todo o sistema policial com outras forças afins em todo o território nacional.

Para si, a gestão do planeamento e tramitação da informação operativa constitui o ponto de partida para o cumprimento com êxito das missões da PN, no âmbito da prevenção, manutenção e reposição da ordem pública.

Com efeito, defendeu a necessidade da preparação dos especialistas de planeamento operacional e gestão de incidentes tácticos e tramitação da informação de interesse policial.

O posto comando central é o órgão da Polícia Nacional que tem por missão centralizar toda a informação operacional da corporação e não só, quer ao nível do Ministério do Interior, quer ao nível do Comando-geral da corporação.

Tal informação têm a ver com todos os factos ou acontecimentos que estejam ou venham a ocorrer.

No âmbito desta actividade, o posto comando central está interligado com os distintos órgãos ao nível central e aos comandos provinciais.

O chefe do Posto comando-central da PN, comissário Caetano Quiar, disse ser nesta perspectiva de haver toda a necessidade de se aprimorar esta informação para ajudar a decisão do Mando Superior.

“O posto comando-central, no fundo, constitui o núcleo fulcral a nível do Minint e da PN que deve proceder ao planeamento das actividades e um deste planeamento de grande relevo tem a ver com o registo eleitoral e asseguramento às eleições gerais de 2017”, expressou. (ANGOP)

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