Policia Nacional desmente documento que circula nas redes sociais

Logitpo da Polícia Nacional (Foto: Francisco Miudo)

A Polícia Nacional desmentiu hoje domingo, em Luanda, um documento que está a circular nas redes sociais sobre “procedimentos dos agentes em serviços nas barreiras” cujo último ponto faz referência que é “proibido interpelar viaturas dirigidas pelos cidadãos de raça branca tais como chinês, português, e outros”.

De acordo com um comunicado de imprensa daquele órgão, que a Angop teve hoje acesso, o documento que circula nas redes sociais não foi veiculado pela corporação policial, não possui qualquer assinatura, bem carimbo da entidade competente.

O informe faz saber igualmente que o documento em referência não mereceu a aprovação do comandante Geral da Policia Nacional, em respeito ao principio da hierarquia e do Mando único, sendo que não possui qualquer cunho oficioso, nem oficial.

O comunicado divulgado pela Policia Nacional afirma que o órgão policial tem regimentos internos que estão consubstanciados no cumprimento escrupuloso da Lei, no garante da legalidade, pressupostos estes, que não lhe permitiriam adoptar tais procedimentos, lê-se no comunicado de imprensa.

A nota acrescenta uma vez mais que este órgão rege-se por valores consagrados na constituição da República nos números 1 e 2 do artigoº23 com o teor”todos são iguais perante a constituição e a lei: ninguém pode ser prejudicado ,privilegiado, privado de qualquer direito ou ,isento de qualquer dever em razão da sua ascendência sexo, raça, etnia.

Assim, a Policia Nacional está a levar a cabo investigações para determinar a origem do referido documento, com o propósito de responsabilizar criminalmente os seus autores por tal facto ultrajar a deontologia profissional, respeito pela nNação e seu povo.

Em face dos termos, a Policia Nacional apela a todos os cidadãos, em especial aos órgãos de comunicação social, a confirmarem a veracidade dos factos publicados nos mais diversos meios de difusão de informação, cuja confirmação pode ser obtida através da páginas de facebook da corporação “Policia Nacional” ou pelo WhatsAPP”. (ANGOP)

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