“Pelo menos dois mil trabalhadores dispensados da Caixa até 2019”

Marques Mendes (SOL)

Marques Mendes adianta que vem aí “uma reestruturação muito exigente”.

Marques Mendes debruçou-se sobre a situação da Caixa Geral de Depósitos no seu espaço de comentário semanal na antena da SIC. E trouxe novidades.

Segundo o comentador, “vai haver um plano de reestruturação muito exigente, adiantou, explicando que entre as medidas a adoptar haverá “uma redução de pessoal muito significativa: a dispensa de pelo menos dois mil trabalhadores da Caixa, até 2019”, algo que deverá acontecer “através de rescisões amigáveis”.

“Isto é uma medida muito violenta. Espero que seja com compensações generosas, porque em três anos fazer uma redução desta natureza é socialmente muito violento”, acrescentou.

Entre as “algumas coisas” que Marques Mendes apurou, nomeadamente sobre este plano de reestruturação que estará em cima da mesa, prevê-se o “encerramento ou venda de participadas que a Caixa tem no estrangeiro”. Espanha foi um dos exemplos apontados. Já em África a CGD manterá a mesma presença, adiantou.

Marques Mendes adiantou ainda que será em julho que a nova administração entrará em funções.

A nova administração terá sete membros executivos e 12 não-executivos. “Entre os não-executivos haverá pelo menos dois que são ex-CEO de bancos estrangeiros”, afirmou, acrescentando que este “conhecimento da banca estrangeira” poderá ser útil ao banco português.

“Confirma-se que o aumento de capital vai ser na ordem dos quatro mil milhões de euros”, adiantou ainda sobre o eventual financiamento da Caixa. (Noticias ao Minuto)

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