Médica desaconselha munícipes a auto-medicação

Repartição de saúde do distrito Urbano do Sambizanga (Foto: Foto cedida a Angop)

A médica e chefe da Repartição de Saúde do distrito urbano do Sambizanga, Margarida Pires, repudiou quarta-feira a atitude de alguns cidadãos, que aos primeiros sintomas de qualquer patologia se auto-medicam ou vão à igrejas, ao invés do hospital.

A responsável, que manifestou o seu descontentamento com essa prática em entrevista à Angop, fez saber que muitos pacientes assistidos nas unidades hospitalares do distrito urbano têm chegado em estado grave, supostamente por ignorância dos mesmos.

De acordo com a médica, as doenças mais frequentes são a malária, doenças diarreicas e respiratórias agudas.

Informou que por causa do, ainda, elevado número de casos de malária registados diariamente os funcionários da repartição têm recomendado a população, para o uso das redes mosquiteiras, combate ao vector com a limpeza do meio, das casas e cobrir os recipientes com água.

Os profissionais têm aconselhado, igualmente, aos cidadãos para que aos primeiros sintomas acorram a unidade hospitalar mais próxima, assim como a necessidade de se agasalharem com roupas mais quentes, para evitar a contaminação da gripe.

Margarida Pires anunciou que no primeiro trimestre de 2015 foram assistidos 10 mil 984 doentes de malária, ao passo que, no igual período do corrente ano, atenderam 27 mil 857 casos.

Com relação as doenças respiratórias agudas, foram atendidas no primeiro trimestre de 2015 mil e 100 casos e no mesmo período de 2016 quatro mil 262 pacientes.

O distrito urbano do Sambizanga conta com quatro centros de saúde em funcionamento, um hospital municipal. (ANGOP)

SEM COMENTÁRIO

DEIXE UMA RESPOSTA