Incrível… Incrível… Incrível…

(OPAIS)

Hoje, regresso com a velha preocupação do “Buraco” nas imediações da rotunda da Fubu. Ou melhor, o conhecidíssimo Buraco do Nova Vida ou da Pumangol. Por incrível que possa parecer, o buraco do Nova Vida está a ficar histórico e famoso. Está na estrada há 7 anos. Dia 5 de Junho completou um mês desde que o Jornal O Pais, na Carta do Leitor, divulgou o pedido de reparação por dois cidadãos. Quem deve resolver está-se nas tintas. Tipo o cara podre, xinini ou limão. A ausência de uma reacção e intervenção imediata prova o que tem acontecido com outros casos. Há gente que não tem o mínimo de sensibilidade, muito menos responsabilidade e autoridade. Ou será que os buracos da morte devem fazer parte da estrada? Se for assim, estamos entendidos.

Contudo, como compreender que um buraco permaneça na via, dois mil, quinhentos e cinquenta e cinco dias? E ainda por cima, não aparece uma alma viva do GPL ou da Administração para explicar o que se passa. Quer municipal ou comunal. Meus senhores. Vocês querem que partamos para a casa do Pai com AVC ? Mas somos incansáveis, como a água que tanto bate e um dia fura. Resistentes como a terra, a pedra, o ferro e o cimento ou asfalto que vão eliminar o maldito buraco. Nesta carta do leitor, vocês vão ter que aturar e resolver de forma pontual alguns problemas do povo. Estou a referir- me a casos que podem ter solução imediata, como este. A bandeira da crítica e do elogio estará bem hasteada de Segunda a Sexta. Quem quer ser, deve estar em altura de ouvir o que vai mal e receber os êxitos do que se faz bem. Por favor, tapem o buraco do Nova Vida. (OPAIS)

por Ana Maria Bezerra Machado

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