Huíla necessita mais sete mil professores

Estudantes em aulas na Huíla (arquivo) (Foto: Morais Silva)

Sete mil professores são necessários para colmatar o défice de docentes que província da Huíla regista e garantir um ensino de qualidade, informou segunda-feira, no Lubango, o secretário Provincial da Huíla do Sindicato Nacional de Professores (SINPROF), João Francisco.

Segundo o sindicalista, que falava em conferência de imprensa sobre a “Situação Económica do Professor”, o ingresso deste número de professores viria resolver um “grande problema”, o encerramento de escolas, como tem vindo a ocorrer.

Disse que, por outro lado, pensa-se também em docentes formados especificamente para a docência, mas inactivos porque desde 2012 que não há concursos para admissão de quadros no sector.

João Francisco disse que alguns professores da província são voluntários, facto que preocupa o sindicato por não terem nenhum compromisso com o Ministério da Educação e nas visitas efectuadas pelos municípios, constatou que em algumas escolas existe, somente um efectivo.

“Quanto as nossas instituições passam a ser asseguradas por voluntários, não há motivação e o número de voluntário é tão grande que de alguma forma compromete a qualidade do ensino”, realçou.

Actualmente a província da Huíla controla mais de 19 mil professores no activo. (ANGOP)

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