Huambo: Militantes da OMA esclarecidas sobre sinistralidade rodoviária

Acidente de viação (Foto: Foto cedida)

Membros da Organização da Mulher Angolana (OMA), jornalistas e representantes de organizações sociais foram esclarecidas hoje, sexta-feira, na cidade do Huambo, em palestra, sobre a actual situação da sinistralidade rodoviária e suas consequências na sociedade.

A palestra, que teve lugar no anfiteatro do Instituto Superior Politécnico, foi orientada pelo chefe do departamento de estudo, informação e análise da Direcção provincial de Viação e Transito, inspector Paulo Chindele Cassinda, numa promoção da OMA.

De acordo com o prelector, a redução dos acidentes de viação no Huambo e no país, em geral, depende, principalmente das famílias que têm a responsabilidade de educar os filhos, dentro do espírito de solidariedade, cortesia e amor ao próximo.

Paulo Chindele Cassinda realçou que a família, como o núcleo fundamental da sociedade, deve promover o resgate dos valores sociais e culturais, para se reduzir o índice de sinistralidade rodoviária que se assiste nas estradas.

O inspector informou que a falta de cultura, educação, solidariedade e cortesia, consumo exagerado de álcool, excesso de velocidade, sensação de impunidade, bem como o mau estado das vias, veículos e demais meios, têm sido as principais causas da sinistralidade rodoviária.

Referiu que a mulher, a julgar pela a sua estrutura psicológica, carácter e sabedoria social, deve servir de exemplo para os automobilistas e demais intervenientes da via pública.

Considerou preocupante a situação da sinistralidade rodoviária na região, uma vez que de Janeiro até a data presente já foram registados 352 acidentes de viação, que resultaram em 95 mortes e o ferimento de 365 pessoas, entre crianças e adultos.

“Apesar de ter havido uma redução de menos 53 mortes, em comparação com o igual período de 2015, é preciso continuar a educar os condutores e a população, no geral, para que a província saia da escala das mais sinistradas do país, logo após Luanda, Benguela, Huíla, Cabinda, Cuanza Sul e Bié”, asseverou. (ANGOP)

SEM COMENTÁRIO

DEIXE UMA RESPOSTA