Huambo: Aberto processo de comercialização das casas da centralidade do Lossambo

Centralidade do Lossambo (Foto: Angop)

O processo de venda das duas mil e nove casas da centralidade do Lossambo, arredores da cidade do Huambo, foi aberto terça-feira com a entrega das chaves a três beneficiários.

Ao orientar a cerimónia, o coordenador comercial e marketing da Kora Angola, empresa executora do projecto, Crispin Costa, disse que numa primeira fase as moradias serão comercializadas na modalidade de renda resolúvel, destinada aos funcionários públicos, devidamente seleccionados a partir das instituições que trabalham.

Esclareceu que neste sistema os beneficiários dos apartamentos, todos da tipologia T3 com uma área de aproximadamente 100 metros quadrados, integrados em prédios de quatro pisos e moradias de dois e um piso, estarão obrigados ao pagamento uma renda mensal avaliada em cerca 39 mil kwanzas, num prazo de 25 anos.

O responsável adiantou que a centralidade contempla também a construção de prédios mistos, com uma zona comercial no rés-de-chão, visando o crescimento de novos pólos de desenvolvimento social e económico, assim como a descentralização do crescimento populacional.

Aclarou que o projecto, inserido no Programa Nacional de Habitação “Meu Sonho, Minha Casa”, baseia-se nos conceitos de inclusão social e do viver comunitário, em harmonia com o meio ambiente, sendo que para além das moradias dispõe também de serviços de lazer, cultura, desporto e trabalho que eleva a qualidade de vida das famílias residentes.

Explicou que integram o projecto, infra-estruturas de sistema de captação e abastecimento de água potável, de tratamento de águas residuais, produção e abastecimento de energias e de apoio às famílias, tais como centros e jardins infantis, escolas primária e secundária, assim como um posto saúde.

Crispin Costa fez saber que em breve será aberta a comercialização para o público em geral através da modalidade de pronto pagamento e o sistema de arrendamento.

Informou igualmente que no próximo ano será aberto o processo de vendas das residências nas centralidades do Bailundo e Caála, com três e quatro mil residências, respectivamente. (ANGOP)

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